Profissionais são pessoas
É como pessoas precisam
conhecer-se
Para que os vícios
Não interfiram na profissão
Na sua atuação
Na vida das pessoas
Que chegam em consultórios,
em unidades: com sensibilidades
Que a psicologia seja libertação
E não prisão
Que seja responsabilidade
Respeito ao ser que sofre
Psicologia é envolvimento
Psicólogo é o ser que acolhe
E apresenta a ética,
A ética das escolhas
Que é humano
E como humano: erra
Mas não pode encerar-se no seu erro
Psicólogo é postura de vida
De respeito, de dedicação, de ética
de compromisso com a vida
Melhorar
É permitir-se crescer...
Alá
Será que é tempo.Que lhe falta prá perceber? Será que temos esse tempo Prá perder?E quem quer saber?A vida é tão rara, Tão rara...
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Do que me serve
De que me serve?
Este amor que aqui vive.
Das noites que clamo por ti
Das vezes que me vejo sozinha
No frio, sem o teu carinho a aquecer-me
De que me serve?
Viver te esperando, e apenas ver o tempo passa
Ver a tua indecisão
A paralisa as coisas que aqui no peito guardo
para te dar
Te ver e ter que me conter
Ter que reprimir a minha expressão
sufocando-me a solidão
Do que me serve?
Tanto pesar
tanto sofrer, tanto amor
Se não podes ser meu
Se caminhas distante da minha presença.
Este amor que aqui vive.
Das noites que clamo por ti
Das vezes que me vejo sozinha
No frio, sem o teu carinho a aquecer-me
De que me serve?
Viver te esperando, e apenas ver o tempo passa
Ver a tua indecisão
A paralisa as coisas que aqui no peito guardo
para te dar
Te ver e ter que me conter
Ter que reprimir a minha expressão
sufocando-me a solidão
Do que me serve?
Tanto pesar
tanto sofrer, tanto amor
Se não podes ser meu
Se caminhas distante da minha presença.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Saudades
Meu corpo está ardendo de vontade
Te ligo, você não liga
Te quero, você descartar
E eu aqui morrendo de amor
Morrendo pela tua ausência
Desintegrando-me
Nas lembranças loucas
De intimidades cheias de afetos
Angustia-me a distancia que sacrifica
A expressão do sentimento
De todo carinho guardado
Para te oferecer
Estou cansadas dos teus nãos
Da resistência quando nem pensas no amor
Que teus olhos revelam
Que tuas palavras deixam escapar
Desse amor louco que me faz
Viver, e ao mesmo tempo
Apreciar a dor de não te têm
De te ver e não pode te tocar
Eis que mundo injusto
Porém deixa governar-se pela injustiça
O medo, toma conta de ti
Limitando a tua a nossa felicidade
Quando tempo,precisarei buscar alternativas
Para minimizar a tua falta: a minha dor
Quantas vezes eu terei de fugir, de reprimir...
Até que decidas está ao meu lado.
Quantas noites precisarei
Recorrer ao silencio do meu quarto a consolar-me
Com lembranças do que é, do que foi, do que desejo que seja
Pois que meu existi pede a tua existência.
Alá
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Luz do meu ser
Eu estou tão cansada de caminhar
sem a sua presença, sem o teu carisma
Sem as palavras de amor susuradas
Ao meu ouvido
Estou com saudades; de te dá carinho
e receber o teu amor, a tua admiração
Saudade de receber afeto sem pressa
Sem o relógio a nos chamar
De ficarmos juntinhos sentindo um ao outro
De decifrar o teu olhar
Te olhar e nesse olhar ver-me a me desejar
É com você
Que eu entrego
As minhas emoções, desejos...
Teu prazer é o meu prazer
Teu sorriso; reforço para continuar o toque
Que iniciei com as minhas mãos cheias de amor
Minha vontade confundisse com a sua
Minha satisfação é a tua satisfação
Cansei de resistir
Quero apenas viver, viver a cada momento
Sem pensar
Nas barreiras que nos separam
Vem que estou a sua espera
Luz do meu ser...
Alá
domingo, 25 de julho de 2010
Vitória
Tentei
Não mais amar ninguém
Em uma racionalidade louca
Impor-me a solidão dos meus desejos
Me esquivei da vida
Fugir da possibilidade de afetos
Quis preservar-me com medo da dor
Ficando em casa, e trancando-me no quarto
Desliguei o telefone
Feichei a janela ,portas
E fiz da minha vida dias nublados
E quando olhar-me no espelho
via-me feia, sem graça, uma desgraçada
Acreditando nos meus equivocados,
Pensamentos. Motivados pela dor
Vestir preto
E fui vivendo do meu luto, da minha perda
Que arrastavam-me ao abismo
Pois que "eu" outrora tanto existir
Na vida de outrem que esqueci de mim
Fui por acreditar nesse amor
Que me tornei prisioneira
da minha ilusão de felicidade
Mas em um certo dia acordei
Olhei-me no espelho
e ao invés de me depreciar
Penteei os meus cabelos longos
Arrumei-me com a roupa de mim mesma
Corrir atrás dos sonhos que me caracterizava
E que deixei para trás
Eis que amigos eu conquistei
Pessoas estão surgindo
E o que vivi, serve-me como aprendizagem
Para minha vida e quem eu escolher para
ser dono, é compartilhar de minha companhia
valorizando o meu amadurecimento precoce
De uma pessoa tão cheia de esperanças que
escreve com sentimentos de vitória e resiliência
Alá
sábado, 24 de julho de 2010
Cadê
Cadê o amor?
Que dizias sentir!!!
Não és capaz de dividir
Como podes ser capaz
De amar
Não és capaz de enfrentar
nada por mim
Que não tenha primeiro
o teu interesse pessoal
As barreiras sociais: cargos, posição
Usa para justifica as tuas falhas
Me afasta quando posso te causa
maiores problemas
Mesmos que esses sejam em nome
da hipocrisia dessa mesma sociedade
É em função das aparências que vives
Querendo recompensas que te custará o espírito.
Você pode apaga todos os vestígios de minha
presença
Mas não apagará
O que um dia representei na tua vida
Deixo em função do tempo
Mostrar-te
Que o que se joga fora, por não valorizar
É o que se vem a perdi e lamentar a falta
Num certo amanhã
Se hoje diz que te conheço
É porque tive a atenção e o cuidado
De te reparar, de te amar
De me permiti uma relação pautada
no amor
Autora: Alá
Como Posso
Como posso amar
Quem um dia quis me destruir
Quem foi capaz de matar
Os meus sonhos
Desintegrar-me
Dividido a nossa casa
Dividido a nossa vida
Com outras pessoas
Não querendo enxerga-lhes
As verdadeiras intenções
Deixando se levar, influenciar
Por alguém que acabava de chega na tua vida
Deixou-me a mercê desses "outros"
Impondo-me a minha presença
A quem desejava me ver pelas costas
Impondo-me uma postura:
Sem direito a expressão diante da contrariedade
Aceitando provocações calada
Me destes como o alvo
E quando não te servias mais
Jogastes-me ao canto
Pela oportunidade de problemas que sempre existirão
Revela-se nossa intimidade
Compartiu outras intimidades
Só pra me ver sofrer
Só para me magoar
Sair de casa, que dizia ser nossa
Machucada, sem nada nas mãos
Apenas marcas no corpo e lágrimas a rolar
Sentia-me perdida: vazia
Não tive nem o direito de arrumar
as minhas malas...
O tempo passou
E hoje aprendi a me posicionar
Ser dona dos meus atos
Ser quem sou
Sem receio da tua censura
Hoje me dou o direito;
De gritar quando sinto dor
Dá gargalhadas quando estou feliz
Ser
Sem submissão
Ser
Sem medo de errar
De te desagradar
De exagerar
Não me torturo em forçar-me a estar
Com pessoas que não me querem bem
Estou andado sozinha
Com as minhas pernas
Valorizando a minha forma
Aprendendo a me amar...
Autora: Alá
Ama-me
Quem pensas, que és
Com este teu sorriso sagaz
A tua voz não espanta doçura
Que me atingir, me machucar
Quer me tirar do teu coração
da tua vida
Diz com a boca frases convincentes
Para me odiar
Quando na realidade Ama-me
Em silencio, em cada amanhecer
No aconchego do teu quarto
Deseja a minha presença
Teus olhos a me olhar:
Funcionam como um anúncio
Dos teus sentimentos
O desejo calado de me ter
Esses olhos que lagrimejam
Sofrendo de não me têm mais perto
As mãos apresentam- se soadas
Querendo me alcançar,
Tua voz
Embargada não encontra palavras
Diz monossílabos
Fala coisas que não tem nada a ver
Teu corpo a se segurar
O que teu sentimento e tua alma
existe em querer gritar...
Autora: Alá
Amo-te
Amo-te tanto
Que por vezes
É necessário fugir da própria solidão
Que oprimi o peito, que massacra a alma
O pulsar do meu peito, ainda é teu
Todos os dias, tento em vão
Matar a afeição que ainda existe
Por você, mora aqui
esta aqui
Procuro inventar paixões
Avassaladoras
Que duram o suficiente
Para entrar em contato
Com a dor da tua ausência
Pois, o que quero é você
Tenho saudades de nós
Dos momentos que juramos
Eternidade
Eis que aqui
No interior do meu ser
Este sentimento se eternizou
Desejo-te
Como a primeira vez
Como no primeiro momento
Como o raiar do sol
Você é tanto na minha vida
Que me vejo
Impossibilitada de amar outra vez
Meus sonhos são seus
Minha vida encontrasse
em tuas mãos
Porém estando nas tuas mãos
Deixa- me desliza delas...
Autora: Alá
Que por vezes
É necessário fugir da própria solidão
Que oprimi o peito, que massacra a alma
O pulsar do meu peito, ainda é teu
Todos os dias, tento em vão
Matar a afeição que ainda existe
Por você, mora aqui
esta aqui
Procuro inventar paixões
Avassaladoras
Que duram o suficiente
Para entrar em contato
Com a dor da tua ausência
Pois, o que quero é você
Tenho saudades de nós
Dos momentos que juramos
Eternidade
Eis que aqui
No interior do meu ser
Este sentimento se eternizou
Desejo-te
Como a primeira vez
Como no primeiro momento
Como o raiar do sol
Você é tanto na minha vida
Que me vejo
Impossibilitada de amar outra vez
Meus sonhos são seus
Minha vida encontrasse
em tuas mãos
Porém estando nas tuas mãos
Deixa- me desliza delas...
Autora: Alá
sábado, 17 de julho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Ser quem sou; não abro mão.
Exigi-me
O que você não pode dá
Nem para mim, nem para si
Nem para nós.
Não sou alguém moldável:eu sou.
E se não gosta vaiasse
De uma vez da minha vida
Sem olhar para trás
Segui o teu destino
Pois sempre existirá pessoa
Que por uma paixão
Perdesse a si mesma
Eu não pagarei
O preço da submissão
Aprisionando-me aos teus gostos
Perdendo o meu brilho
Se gostasse realmente de mim
Respeitaria a minha identidade
Aceitaria-me como sou:
Fora da moda, autentica, eclética
Que encontrou
A lógica da própria felicidade
Sem ser o que os outros querem
que eu seja
Sou á originalidade de mim
Louca aos olhos do mundo
As ilusões e facilidades do mundo
Não se mostra atraente
Não me prendem
Estou a procura da verdade
dos valores,
Dos verdadeiros afetos
De verdadeiras entregas
Que uma vez amando-me
Não sentira a necessidade
de MUDAR-ME a própria
vontade.
Autora:Alá
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Vivemos no mundo, com valores, regras.Nada contra os valores, pois se fazem
necessários para o bom andamento da sociedade.
Mas chamo atenção para o excesso, para aqueles disfarçados de valores; oprimem e
necessários para o bom andamento da sociedade.
Mas chamo atenção para o excesso, para aqueles disfarçados de valores; oprimem e
deixam o ser sem expressão, sem viver de fato a sua subjetividade.O que somos
é resultado de nossa construção ao longo da nossa vida, por está razão quando temos que
mudar alguma coisa na gente. Precisamos avaliar cuidadosamente os por quês de agir
de tal ou qual forma. Pois no mundo sempre existirá modelos, pessoas que vão querer
moldar o nosso comportamento, ao qual acreditam elas que a sua forma é a "melhor forma".
Precisamos está certos do que queremos, para sermos o de fato quem somos. E assim
Precisamos está certos do que queremos, para sermos o de fato quem somos. E assim
ser feliz da forma particularmente encontrada por cada um de nós. Não dá para ser feliz
pelo que os outros esperam de você ou querem para sua vida. Pois nos apresentamos no
mundo, nos lançamos e quem realmente gosta de nós, aceitará como somos. Sem
querer aprisiona-nos a sua vida, mas juntos
respeitando uns aos outros: crescer...Isto é o caminho para afetos verdadeiros e saudáveis.
Autora: Alá
Autora: Alá
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Amar Quem Eu Já Amei / Ivete Sangalo
Amar Quem Eu Já Amei
Ivete Sangalo
Seu moço eu venho de longe
Não sei onde vou chegar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Plantar, plantar porque homem sou
Plantar, colher para quem não plantou
Amar, amar quem nunca me amou
Ser mais escravo do que hoje sou
Quando a ida não é boa
A volta não pode prestar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
Plantar, plantar porque homem sou
Plantar, colher para quem não plantou
Amar, amar quem nunca me amou
Ser mais escravo do que hoje sou
Quando a ida não é boa
A volta não pode prestar
Não tenho medo de seguir
Mas morro de medo de voltar
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
O Silêncio das Estrelas
Lenine
Composição: Lenine / Dudu Falcão
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais...
Ivete Sangalo
Seu moço eu venho de longe
Não sei onde vou chegar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Plantar, plantar porque homem sou
Plantar, colher para quem não plantou
Amar, amar quem nunca me amou
Ser mais escravo do que hoje sou
Quando a ida não é boa
A volta não pode prestar
Não tenho medo de seguir
Mas tenho medo de voltar
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
Plantar, plantar porque homem sou
Plantar, colher para quem não plantou
Amar, amar quem nunca me amou
Ser mais escravo do que hoje sou
Quando a ida não é boa
A volta não pode prestar
Não tenho medo de seguir
Mas morro de medo de voltar
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
Acreditar no que eu acreditei
E trabalhar para quem trabalhei
Amar, amar quem eu já amei
Passar caminho que eu já passei
O Silêncio das Estrelas
Lenine
Composição: Lenine / Dudu Falcão
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal
Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Desrespeito
Para que brincar
Com sentimentos
Quando pode-se vivê-los
Em sua Plenitude
Sofrimentos, reservas, medos
Todos temos
Mas não o direito,
De usarmos como pretexto
Para atingir outrem.
A vida é rara, curta
Para jogarmos incertezas
Seduções por seduções
Aventurar-se
Pode ser bom
Mas não quando se diz não
Afinal aventurar-se e também
Responsabilizar-se
Quebrar o limite do outro
É violentar-lhe a alma
E explorar-lhes o espírito
Escravizando-lhes
A expressar-se num cárcere
Aprisionando, limitando-o
Aos limites do quadrado deste espaço
Quando se tem consciência do mundo
Mergulhar numa piscina
Com sentimentos
Quando pode-se vivê-los
Em sua Plenitude
Sofrimentos, reservas, medos
Todos temos
Mas não o direito,
De usarmos como pretexto
Para atingir outrem.
A vida é rara, curta
Para jogarmos incertezas
Seduções por seduções
Aventurar-se
Pode ser bom
Mas não quando se diz não
Afinal aventurar-se e também
Responsabilizar-se
Quebrar o limite do outro
É violentar-lhe a alma
E explorar-lhes o espírito
Escravizando-lhes
A expressar-se num cárcere
Aprisionando, limitando-o
Aos limites do quadrado deste espaço
Quando se tem consciência do mundo
Mergulhar numa piscina
Não é o mesmo que ir ao mar.
Autora: Alá
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Palavras Perdidas

Maysa
Ah, ah se eu pudesse falar
Com tanto no coração
Pra receber e pra dar
Ah, quantos silêncios chorei
Quantas verdades que eu sei
A vida me fez calar
Lá no meu mundo, no fundo
Segredos, enredos eu vivo a guardar
Quanta palavra sentida
No rosto traída
Perdida no olhar
Vou, vou pela vida rolar
Com tanto no coração
Pra receber e pra dar
Lá no meu mundo, no fundo
Segredos, enredos eu vivo a guardar
Quanta palavra sentida
No rosto traída
Perdida no olhar
Vou, vou pela vida rolar
Com tanto no coração
Pra receber e pra dar
Saigon
Tantas palavras
Meias palavras
Nosso apartamento
Um pedaço de Saigon
Me disse adeus
No espelho com batom...
Vai minha estrela
Iluminando
Toda esta cidade
Como um céu
De luz neon..
Seu brilho silencia
Todo som
Às vezes
Você anda por aí
Brinca de se entregar
Sonha pra não dormir...
E quase sempre
Eu penso em te deixar
E é só você chegar
Pr'eu esquecer de mim...
Anoiteceu!
Olho pro céu
E vejo como é bom
Ver as estrelas
Na escuridão
Espero você voltar
Prá Saigon...(2x)
(Repetir a letra)
Eu quero verdadeiramente te ouvir
Eu escuto tudo que for dito
Eu pensarei, e responderei
Analisarei a situação
Olharei se condiz com o que diz
Não aceitarei, por aceitar
Analisarei
Eu entenderei o que diz
Se você explicar-me
Não descartarei as tuas palavras
Frases, premissas
Mas construiremos melhor o texto
juntos
Lado a lado
Se você assim permitir
Não direis o que queres escutar
Darei a resposta
Com o compromisso do crescimento
da vida, do que é infinito
Construiremos uma redação
com começo, meio e fim
Que olharemos o fim como
uma oportunidade
De recomeço
Que eu não adoeça
Com medo da vida
Se tiver que adoecer
Que seja porque
Me lancei
Me permitir
Que as minhas procuras
sejam realmente procuras
E se não tiver consciência
da ilusão
Que está ilusão
Me leve a verdadeira procura
Fala,
Eu escutarei
Eu quero verdadeiramente
ouvir a tua voz
Mas não só
Mas também a tua disposição
De mudança, de compromisso e de transformação.
Autora: Alá
segunda-feira, 22 de março de 2010
Reflexão

Quero um amor puro
com toda força
viver
uma grande história
Não quero fornecer o meu corpo
Mas a minha vontade
Não darei simplesmente
as minhas mãos
Mas a sensação
Por elas proporcionadas
Não te dou apenas meus lábios
Mas as ideias que eles proferem
Não quero momentos por momentos
e sim a profundidade,
Quero ir além dos órgãos
dos sentidos
Não aceito na minha vida:
Entregas pela metade
Palavras sem significados
Sentimentos ausentes
Não quero ver a vida se
perdendo
Por viver superficialmente
Quero viver com representação
Com conteúdo
De estar, do ser, do se dá
Sem limites
Quero mais que a poesia
Quero a inspiração de tocar
o seu coração
Quero correr, brincar
Me permitir a felicidade
Ser eu mesma
A viver cada momento
Com a intensidade
dos aventureiros
Ver o pulsar da vida
Meu corpo precisa ser a
expressão da minha alma
Minhas amizades que sejam
verdadeiras,
sejam a verdadeira entrega:
Encontros de almas
Quero a escrita
com o expressar das emoções
Satisfação é
O ultrapassa
As barreiras da solidão,
das prisões que me paralisam
Quero olhar e ver
Quero ver e ir além
das aparências
Além das arquiteturas
Além das paixões
Um amor
Que me ame
Que tenha como meta
o crescimento interior
A cada instante
Pois
Não disponho de tempo
para carnavais diante
da cerimonia QUE E A VIDA.
Autora: Alá
Reflexão

Em um domingo
Aqui estou
Rádio ligado
Músicas que tocam
Que emocionam
Que me remetem
aos meus sentimentos
Com verdadeiras verdades
Com a minha história
que insistem a navegar
por entre os pensamentos
Quantas tão dificies
Quantas ajudaram-me ser
Quem eu sou
Hoje
não aceito
Que me digam que caminho seguir
Que palavras devo pronunciar
Como deve ser o corte dos meus cabelos
Roupas
O que esta na moda!
Não me interessa
Se não dizer de mim
Não ando sem destino
Mesmo não sabendo
o lugar onde quero chegar
Sei onde quero chegar
Mesmo que aos olhos alheios
pareça difícil entender
Sou
Muito mais
Que uma um dia, uma hora,
Um instante
Sou a hora, o dia e o
próprio instante
Sendo o hoje, o amanhã
Sou a vida inteira
Sempre me renovando,
me transformado
Sendo muito mais do que
hoje
Indo
Além do amanhã
O futuro é a surpresa
que não me desespera
As pessoas não me assustam
Com palavras ríspidas, com
críticas, com reprovações
Eu tirei a maquiagem
Despi-me
Para mostrar quem sou
Pelo simples fato de ser,
de viver
De ser Feliz.
terça-feira, 16 de março de 2010
Em um instante

Em um instante
vejo que posso ser feliz
que posso voar rumo ao jardim
sem medos dos espinhos da vida
As borboletas
nesse momento
sou eu
a divagar em pensamentos
a transformar toda tristeza
que um dia tive
em folhas ao vento
Espero ansiosamente
as alegrias
que a cada dia
a vida tem me presenteado
confirmado a minha força,
a coragem
que um dia achei te perdido
pelo caminho
Eu tenho me renovado
a cada instante
com um abraço amigo
com o apoio
das pessoas que amo
Com o sol a cada amanhecer
queimando
meu rosto
alertando-me estou viva
eu posso
Vencer
esta é a palavra que resumi
o meu viver
superações de antes
superar as limitações do amanhã
Aprendendo, ensinando
permitindo-me...
Autora: Alá
Letras de Músicas – Jorge Vercilo – Amanheceu
Amanheceu
como num segundo
Amanheceu
apesar de tudo
Amanheceu
um raio no escuro
Amanheceu
simples e absurdo
Amanheceu
uma nova era
Amanheceu
renasceu da guerra
Amanheceu
um planeta mudo
Amanheceu
Era o fim da estrada
Era o fim do mundo ali
mas o sol brilhava
inacreditável em si
Não se imaginava
foi o fim de tudo, eu vi
mas o sol teimava
em raiar e resistir
E no mesmo dia
em que a "profecia do fim"
se revelaria,
eu te conheci assim...
como num segundo
Amanheceu
apesar de tudo
Amanheceu
um raio no escuro
Amanheceu
simples e absurdo
Amanheceu
uma nova era
Amanheceu
renasceu da guerra
Amanheceu
um planeta mudo
Amanheceu
Era o fim da estrada
Era o fim do mundo ali
mas o sol brilhava
inacreditável em si
Não se imaginava
foi o fim de tudo, eu vi
mas o sol teimava
em raiar e resistir
E no mesmo dia
em que a "profecia do fim"
se revelaria,
eu te conheci assim...
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