terça-feira, 25 de maio de 2010

Ser quem sou; não abro mão.





Exigi-me
O que você não pode dá
Nem para mim, nem para si
Nem para nós.


Não sou alguém moldável:eu sou.
E se não gosta vaiasse
De uma vez da minha vida
Sem olhar para trás


Segui o teu destino
Pois sempre existirá pessoa
Que por uma paixão
Perdesse a si mesma


Eu não pagarei
O preço da submissão
Aprisionando-me aos teus gostos
Perdendo o meu brilho


Se gostasse realmente de mim
Respeitaria a minha identidade
Aceitaria-me como sou:


Fora da moda,  autentica, eclética
Que encontrou
A lógica da própria felicidade


Sem ser o que os outros querem
que eu seja
Sou á originalidade de mim
Louca aos olhos do mundo


As ilusões e facilidades do mundo
Não se mostra atraente
Não me prendem


Estou a procura da verdade
dos valores,
Dos verdadeiros afetos
De verdadeiras entregas


Que uma vez amando-me
Não sentira a necessidade
de MUDAR-ME a própria
vontade.


Autora:Alá

2 comentários:

Clarisse Silva disse...

Olá amiga!

Nunca devemos abrir mão de quem somos, e quem assim não compreende, não ama verdadeiramente, mas vive na ilusão que os outros têm que ser aquilo que nós queremos.

Um poema que traz uma bela e grande mensagem. Espero que sintas bem dentro de ti tudo isso!

Beijos,
Clarisse

Clarisse Silva disse...
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